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O ERP gera o número de série, o operador grava na peça

A ordem de produção é aberta e o sistema gera um número de série para cada peça. Em seguida, esse número é anotado em um papel, digitado manualmente na tela da máquina de gravação e a gravação é executada. Cada etapa intermediária depende do fator humano.

Essa cadeia possui dois pontos críticos de falha. O primeiro é o erro de digitação: um dígito é ignorado ou o número da peça anterior permanece na tela. A peça entra na linha de produção com o número incorreto e o erro muitas vezes só é descoberto após a expedição. O segundo é a ausência de comprovação: em uma auditoria, a resposta para "como você sabe que esta peça foi marcada?" baseia-se unicamente na declaração do operador.

O Markbridge™ é um middleware que atua entre o seu sistema ERP/MES e a sua máquina de gravação. Ele extrai o número de série do ERP, transmite-o automaticamente para a máquina e, quando a marcação é concluída, grava a confirmação da própria máquina de volta no ERP. O operador não precisa digitar nem transferir nenhum dado.

O resultado em uma única frase: o número de série no ERP e o número de série na peça são exatamente os mesmos, mantendo o registro auditável de quando, em qual máquina e em qual ordem de produção cada peça foi gravada.

O Que o SERMATEK™ Markbridge Garante?

Comprovação

Fatos, não suposições

Se a máquina não confirmar, o sistema não marca como "gravado", mas direciona para a fila de revisão

Exatidão 1:1

ERP e peça idênticos

A única fonte do número de série é o seu ERP; contadores internos da máquina não são utilizados

Segundos

Da ordem de produção à máquina

Assim que a ordem de produção é liberada, a tarefa é enviada para a fila da máquina

Unidirecional

Requisito de rede

Conexão única do ERP para o serviço intermediário; não requer abertura da rede industrial das máquinas

Como Funciona?

O Markbridge™ atua em quatro pontos do seu fluxo de manufatura, sem exigir nenhuma entrada manual de dados por parte do operador.

  1. Abertura da ordem de produção. Ao liberar a ordem de produção no seu ERP, o sistema gera os números de série para a quantidade exata de peças. A única fonte dos números de série é o seu ERP; contadores locais de máquina nunca são usados.
  2. Envio da tarefa para a máquina. O Markbridge cria uma tarefa de gravação para cada peça e a insere na fila de trabalho da máquina. Esse envio nunca bloqueia a interface do seu planejamento de produção: mesmo que a máquina esteja desligada ou inacessível, a ordem de produção é liberada normalmente, as tarefas se acumulam na fila e são transmitidas assim que a máquina estiver online.
  3. Gravação da peça. O operador posiciona a peça no dispositivo e aciona o ciclo de gravação. O conteúdo a ser gravado já está carregado na máquina; nada precisa ser digitado na tela.
  4. Confirmação da máquina. Após a conclusão da marcação, a máquina reporta ao Markbridge exatamente qual peça foi finalizada. Essa confirmação é registrada no ERP, concluindo o ciclo de rastreabilidade do componente.

Tratamento de ocorrências não confirmadas

Eventualmente, o feedback pode não retornar devido a oscilações de rede ou reinicializações do equipamento. Nessas situações, o Markbridge™ consulta a fila da máquina para apurar o ocorrido, mas nunca trata deduções como evidências concretas.

Se a máquina não validar a execução, o registro não é encerrado como "gravado", sendo encaminhado para uma fila de revisão. Caso o operador inspecione a peça fisicamente e realize a liberação, essa aprovação é registrada em um campo separado como uma validação manual. Dessa forma, em qualquer auditoria, "validação por máquina" e "aprovação humana" permanecem sempre perfeitamente distinguíveis.

Essa confiabilidade é o diferencial que separa o Markbridge de um simples utilitário de transferência de arquivos.

Vantagens

Eliminação total do risco de números de série incorretos.

O número é transferido diretamente do ERP para a máquina. Sem digitação manual, eliminam-se falhas como inversão de dígitos, gravação duplicada com dados da peça anterior ou vinculação à ordem de produção errada.

Rastreabilidade 100% comprovável.

Para cada peça, o registro detalha data/hora, máquina utilizada e ordem de produção correspondente, baseado no feedback nativo do hardware. Em auditorias de qualidade, a comprovação é feita por logs estruturados do sistema, não por declarações operacionais.

Redução da carga de trabalho do operador.

A operação restringe-se a posicionar a peça e acionar o ciclo. Anotações em pranchetas, digitação em telas IHM e checagem de listas impressas são eliminadas.

Independência do fluxo produtivo.

Caso o serviço intermediário ou a máquina fiquem temporariamente inacessíveis, o planejamento da produção não é interrompido. As tarefas permanecem retidas em fila segura e prosseguem automaticamente assim que a comunicação for restabelecida.

Gestão de múltiplos campos em uma única tarefa.

Número de série, código do componente, data, códigos 2D (DataMatrix ou QR Code), etc.: todos os campos do layout são enviados de forma unificada para a máquina, com regras personalizadas por produto.

Quem Pode Utilizar

O Markbridge foi desenvolvido para indústrias que necessitam de rastreabilidade unitária obrigatória ou que buscam implementar os mais rigorosos padrões de controle de qualidade.

Setores atendidos: automotivo e autopeças, aeroespacial, defesa, óleo e gás, naval, eletroeletrônico. O denominador comum é a exigência crítica de rastreabilidade reversa em campo ou em linhas de montagem.

Modelos de produção: qualquer processo que utilize números de série unitários. Aplica-se com a mesma eficiência desde a fabricação sob encomenda de peças únicas até lotes industriais de grande escala.

Porte da instalação: desde células individuais até fábricas completas com múltiplas linhas integradas. Em pequenas instalações, o ERP e o serviço intermediário podem operar no mesmo servidor; em plantas industriais complexas, o middleware opera na rede fabril (OT), enquanto o ERP permanece na rede corporativa (IT).

Em resumo: se a sua empresa gera números de série no ERP e precisa gravá-los fisicamente nas peças, o Markbridge elimina totalmente a intervenção manual desse processo.

Sistemas ERP e MES Compatíveis

O núcleo do Markbridge foi projetado com arquitetura independente de ERP. A lógica operacional, a gestão de estados e os protocolos de comunicação com as máquinas são centralizados; para cada sistema ERP, implementa-se apenas um adaptador leve. Isso transforma a integração com novos sistemas em uma simples conexão com interfaces padronizadas, sem retrabalho.

Integração nativa pronta para uso

Odoo 19: módulo complementar pronto para integração total com o módulo de manufatura. Inclui geração de números de série vinculados à ordem de produção, gestão de filas, sincronização de status e interfaces dedicadas para filas de revisão. Não requer desenvolvimentos adicionais no Odoo.

Adaptadores sob demanda

Para sistemas como TOTVS (Protheus, Datasul, Logix), SAP, Oracle, Senior, Sankhya e outros, os adaptadores são desenvolvidos sob medida para o projeto. O prazo e o escopo dependem das interfaces de integração disponibilizadas pelo seu ambiente, sendo definidos na fase inicial de alinhamento técnico.

Softwares próprios e sistemas legados

O Markbridge disponibiliza uma REST API padronizada. Caso possua um sistema ERP, MES ou software de controle de chão de fábrica próprio, a integração pode ser realizada diretamente por meio dessa API, sem a necessidade de adaptadores adicionais.

Através da API é possível criar ordens de gravação, consultar status de execução e ler parâmetros das máquinas. O canal de feedback é consultado pela mesma interface, garantindo que o seu sistema corporativo não precise ser exposto a acessos externos.

Instalação e Comissionamento

O Markbridge é executado em um computador industrial compacto instalado junto às suas máquinas. Este dispositivo opera continuamente, permanece na mesma rede industrial das máquinas de gravação e comunica-se com o seu ERP. Nenhuma alteração de hardware é necessária nos seus equipamentos existentes.

Do ponto de vista de infraestrutura de TI, o único requisito é uma permissão de conexão unidirecional do servidor do seu ERP para esse computador industrial. A rede interna das máquinas não precisa ser aberta externamente; o serviço do Markbridge nunca inicia requisições ativas para o seu ERP, fornecendo informações apenas quando consultado.

Em instalações com políticas de segurança restritivas que impedem conexões de entrada na rede fabril, o dispositivo estabelece um túnel criptografado de saída, eliminando a necessidade de abertura de portas no firewall.

Etapas de comissionamento

  1. Mapeamento de rede. Analisamos a topologia das redes do seu ERP e das máquinas de gravação, identificando as regras de roteamento. Essa etapa é realizada durante a proposta comercial para definir o método ideal de integração.
  2. Instalação do hardware. O computador industrial é posicionado junto às máquinas, conectado à rede fabril e provisionado com o software.
  3. Configuração das máquinas. As máquinas de gravação (Dotpeenator ou Laserator) são cadastradas no sistema, os campos dos layouts de gravação são mapeados e os canais de feedback são validados.
  4. Configuração do ERP. O conector/módulo é configurado com os devidos mapeamentos de produtos, centros de trabalho e roteiros de produção.
  5. Teste de aceitação (FAT/SAT). Uma ordem de produção de teste unitária valida todo o ciclo de ponta a ponta: confirma-se que o número de série gerado no ERP é gravado perfeitamente na peça e que o feedback de confirmação da máquina é registrado no ERP.

A instalação só é dada como concluída após a aprovação no teste de aceitação. Essa etapa é fundamental para certificar que a rota de feedback de dados esteja plenamente funcional e sem falhas silenciosas.

Monitoramento pós-comissionamento

O status do sistema pode ser inspecionado com diagnósticos rápidos: disponibilidade das máquinas em tempo real, tarefas em fila e últimos eventos de confirmação são exibidos em um painel unificado, facilitando a identificação imediata de eventuais gargalos.

Perguntas Frequentes

Preciso substituir minhas máquinas de gravação atuais?

O Markbridge é compatível exclusivamente com as controladoras industriais de última geração Dotpeenator SA14 e Laserator MARKBOX-TC.

A produção é interrompida caso ocorra queda de rede ou energia?

Não. Mesmo que o serviço intermediário fique temporariamente inacessível, as ordens de produção são geradas normalmente e as tarefas aguardam na fila; assim que a conectividade retorna, o fluxo prossegue do ponto onde parou. O planejamento fabril não é interrompido por oscilações no software.

A rastreabilidade da peça é perdida se a máquina não enviar o feedback?

Não. O Markbridge consulta periodicamente a fila da máquina para monitorar a execução. No entanto, o sistema não presume conclusões como fatos: o registro não é encerrado como "gravado", mas transferido para uma fila de revisão. Se o operador validar a peça fisicamente, essa aprovação é registrada em campo separado, sem se confundir com a confirmação automática da máquina.

Nosso ERP não está na lista padrão de suportados. O que pode ser feito?

Existem duas opções. Podemos desenvolver um adaptador personalizado para o seu ERP, visto que o núcleo do Markbridge é independente de plataforma. Alternativamente, a sua equipe técnica pode realizar a integração direta através da nossa REST API padronizada.

Quantas máquinas podem ser conectadas simultaneamente?

Múltiplas máquinas podem ser integradas a uma única instância do serviço intermediário. Cada equipamento possui configuração própria, com filas e status gerenciados de forma independente por máquina.

Qual é o papel do operador após a automação?

Apenas posicionar a peça no dispositivo e acionar o início da gravação. Como os dados a serem gravados chegam diretamente da ordem de produção, não há inserção manual de dados. Caso uma peça vá para a fila de revisão, a inspeção visual e a liberação física também cabem ao operador.

De quais fatores depende o prazo de instalação?

O fator determinante é a infraestrutura de rede. Em ambientes onde o ERP e as máquinas estão na mesma rede ou com rotas liberadas, o comissionamento é ágil; havendo redes segregadas, o tempo depende da liberação dos acessos de TI. Por isso, a topologia de rede é mapeada logo na fase de proposta.

O Markbridge transmite nossos dados de produção para fora da fábrica?

Não. O middleware opera em servidor ou computador industrial local on-premise e não envia dados externamente. Todo o tráfego entre o ERP e as máquinas de gravação permanece estritamente restrito à sua rede corporativa.

Setores com Exigência Crítica de Rastreabilidade

O Markbridge é ideal para indústrias onde a rastreabilidade reversa unitária de peças em campo ou em montagem é um requisito indispensável de conformidade.

Aeroespacial

Aeroespacial

A indústria aeroespacial utiliza amplamente as máquinas de gravação por micropuncionamento para garantir a rastreabilidade de todas as peças e componentes críticos, mantendo os mais altos níveis de segurança de voo. Essa tecnologia é a preferida para gravar números de série permanentes e códigos 2D DataMatrix em componentes sensíveis — desde peças de motores a jato e trens de pouso até pás de turbina e gabinetes de aviônica. Projetadas em total conformidade com os padrões aeroespaciais, as pontas de marcação de baixa tensão (low-stress) operam com segurança, sem gerar microtrincas ou fadiga estrutural nas superfícies metálicas. Como resultado, a micropunção garante rastreabilidade indelével em peças sujeitas a variações extremas de temperatura e vibração, atendendo integralmente a rigorosas regulamentações internacionais do setor, como AS9132 e AS9100.

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Elétrica e Eletrônica

Elétrica e Eletrônica

O setor elétrico e de eletrônica de potência utiliza amplamente a tecnologia de gravação por micropunção, especialmente em componentes de infraestrutura de alta durabilidade, como módulos de potência, transformadores, geradores e painéis de distribuição industriais pesados. Essa tecnologia é a preferida para gravar dados técnicos indeléveis, esquemas e códigos DataMatrix 2D em barramentos espessos de cobre, carcaças fundidas de motores elétricos e gabinetes metálicos para canteiros de obras. Embora os sistemas a laser se destaquem em placas de circuito impresso (PCB), as marcações profundas proporcionadas pela micropunção oferecem durabilidade inigualável em equipamentos elétricos pesados expostos a intempéries e ao aquecimento por alta corrente. Como resultado, esse método simplifica o rastreamento seguro de ativos elétricos em ambientes industriais severos, garantindo total conformidade com as normas internacionais de segurança elétrica e rastreabilidade.

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Indústria de Defesa

Indústria de Defesa

A indústria de defesa utiliza máquinas de gravação por micropuncionamento na rastreabilidade de todas as munições e equipamentos, atendendo a fatores críticos como o sucesso das operações militares, a segurança nacional e a conformidade dos componentes. Essa tecnologia grava números de série indeléveis, logotipos e códigos 2D DataMatrix em uma ampla gama do inventário militar — desde armas leves até componentes de veículos blindados pesados, corpos de mísseis e peças de VANTs. Ao criar marcações profundas na superfície por meio de impacto físico, o sistema garante que as gravações permaneçam legíveis por toda a vida útil, mesmo sob condições extremas de combate, como lama, calor intenso, produtos químicos e abrasão. Como resultado, a gravação por micropuncionamento previne o uso de peças falsificadas, assegura a logística militar e oferece total conformidade com normas militares internacionais, especialmente a MIL-STD-130.

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Indústria Naval

Indústria Naval

O setor naval utiliza amplamente as máquinas de gravação por micropercussão para garantir a rastreabilidade permanente de peças resistentes às rigorosas condições marítimas. Essa tecnologia é usada para gravar números de série indeléveis, logotipos e códigos QR em diversos componentes críticos, desde chapas navais até peças de motor, válvulas e equipamentos de segurança. Esse processo de gravação profunda, feito por impacto físico, mantém sua legibilidade mesmo após processos pesados de estaleiro, como oxidação, jateamento e pintura intensa. Como resultado, a gravação por micropercussão facilita a conformidade com os padrões marítimos internacionais, tornando a gestão de estoque e os processos de manutenção e reparo nos estaleiros mais seguros e eficazes.

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Metais Preciosos

Metais Preciosos

O setor de metais preciosos e refinarias utiliza ativamente máquinas de marcação por micropercussão para garantir a segurança e a rastreabilidade de lingotes de ouro e prata de alto valor financeiro. Esta tecnologia grava permanentemente nos lingotes dados críticos, como peso, grau de pureza (miloésimo), logotipo da refinaria e códigos QR para rastreamento digital. O fato de o método por micropercussão marcar apenas conformando o metal sem remoção de material (sem remoção de cavacos) garante a preservação do peso preciso dos metais preciosos em nível de miligramas. Como resultado, este sistema aumenta a segurança do produto minimizando os riscos de falsificação e contrafação, enquanto oferece fácil e total conformidade com os rigorosos padrões de certificação de organizações internacionais respeitadas, como a LBMA.

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Petróleo e Energia

Petróleo e Energia

O setor de petróleo e energia utiliza amplamente a tecnologia de marcação por micropercussão para o rastreamento seguro de equipamentos expostos a alta pressão, corrosão e condições climáticas extremas. Este método é empregado para gravar números de peças permanentes, informações de ligas e códigos de rastreabilidade em componentes críticos, como tubos de perfuração, flanges, válvulas e equipamentos de cabeça de poço. A estrutura de impacto de baixa tensão (low-stress) oferecida pela marcação por micropercussão não cria microfissuras em metais sob alta pressão e mantém sua legibilidade mesmo após pinturas pesadas em campo. Como resultado, essa tecnologia otimiza a gestão de ativos em condições de campo severas, garantindo total conformidade com as normas internacionais de qualidade e segurança, como API e ATEX.

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Setor Automotivo

Setor Automotivo

O setor automotivo é uma das indústrias que mais utiliza máquinas de gravação por microponto para garantir a rastreabilidade de componentes com alta velocidade e zero falhas em linhas de produção seriada. Esta tecnologia é preferida para gravar informações de identificação permanentes e códigos 2D DataMatrix em milhares de peças críticas — desde chassis veiculares (VIN) e blocos de motor até discos de freio e componentes de transmissão. As gravações profundas realizadas durante a produção mantêm sua legibilidade ao longo de todo o ciclo de vida do veículo, mesmo sob condições externas severas, como banhos de cataforese, pintura em estufa, contato com óleos e desgaste de rodagem. Como resultado, a gravação por microponto previne o uso de peças falsificadas e erros logísticos, garantindo total conformidade dos fabricantes automotivos com normas globais de qualidade e requisitos legais.

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